Em declarações à agência Lusa, o dirigente do movimento e presidente da Junta de Freguesia de Cabana Maior, nos Arcos de Valdevez, Manuel Dias Branco, adiantou que as assinaturas serão enviadas aos partidos na Assembleia da República, com pedido de agendamento da discussão do tema, "caso o Ministério do Ambiente não suspenda a proposta de Plano, cuja discussão pública terminou a 03 de Dezembro" de 2009.O autarca falava durante a manifestação contra o Plano que o movimento hoje promoveu em Braga - cidade onde se situa a sede do Parque Nacional Peneda-Gerês - e em que participaram mil pessoas, segundo a organização.
No acto estiveram presentes o presidente da Câmara de Terras de Bouro, Joaquim Cracel, eleito pelo PS, os deputados Ricardo Gonçalves (PS), Teresa Antunes (PSD), Agostinho Lopes (PCP) e Altino Bessa (CDS).
Manuel Branco disse que «o Plano impõe regras restritivas que colidem com a lei dos baldios, que permite às populações usarem os baldios, direito que é, agora, posto em causa».
Classificou de «inadmissíveis» as restrições impostas aos caçadores, frisando que a freguesia da Gavieira fica sem terrenos de caça, na de Cabanas haverá menos 200 hectares para caçar, enquanto a do Soajo também fica quase sem área de caça.
«Não podemos permitir que isto possa acontecer! Estamos perante um retrocesso dos direitos que o pós-25 de Abril veio devolver às populações», afirmou, frisando que a proposta de Plano «prejudica o próprio Parque Nacional, o que é um contra-senso».
Manuel Branco disse que «o Plano impõe regras restritivas que colidem com a lei dos baldios, que permite às populações usarem os baldios, direito que é, agora, posto em causa».
Classificou de «inadmissíveis» as restrições impostas aos caçadores, frisando que a freguesia da Gavieira fica sem terrenos de caça, na de Cabanas haverá menos 200 hectares para caçar, enquanto a do Soajo também fica quase sem área de caça.
«Não podemos permitir que isto possa acontecer! Estamos perante um retrocesso dos direitos que o pós-25 de Abril veio devolver às populações», afirmou, frisando que a proposta de Plano «prejudica o próprio Parque Nacional, o que é um contra-senso».
Dizem que a área do Parque Nacional não é área selvagem, conforme «quer fazer crer» o novo plano de ordenamento.
A manifestação foi organizada pelo movimento cívico, pela Federação Nacional dos Baldios e pela União das Associações de Caça e Pesca do Parque Nacional da Peneda-Gerês. (Fonte: Luís Moreira de LUSA)
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