A destruição da beleza da nossa região não é apenas possível, mas é provável se os burocratas da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Norte responsáveis pela aprovação de construção de hidroeléctricos nas regiões hidrográficas do Douro, Minho e Lima aceitam sequer uma pequena parte dos 600 pedidos de construção de barragens na região Norte. Ler mais no Diario de Noticias.
Os chefes encarregados de criar energia já têm desfigurado as nossas montanhas com 120 moinhos de vento. Agora, eles pretendem destruir ainda mais as nossas vales e rios. Alguém devia de considerar o impacto ambiental nas variedades de espécies selvagens, da fauna e da vegetação natural?
Estes burocratas do ARH estão no espectro oposto aos burocratas do PNPG que querem transformar a nossa região em um museu vivo.
Temos de encontrar uma terceira via, na qual a independência energética é alcançada sem arruinar a nossa região, a nossa cultura, e as nossas tradições. Ao mesmo tempo, temos de aceitar que o progresso não vem sem um preço. No entanto, 600 pedidos de construção de empreendimentos hidroeléctricos é definitivamente excessivo.
Temos de encontrar uma terceira via, na qual a independência energética é alcançada sem arruinar a nossa região, a nossa cultura, e as nossas tradições. Ao mesmo tempo, temos de aceitar que o progresso não vem sem um preço. No entanto, 600 pedidos de construção de empreendimentos hidroeléctricos é definitivamente excessivo.
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